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APU se posiciona contra a privatização da Sabesp em audiência pública

Evento, que foi realizado pela Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Câmara Municipal de São Paulo nesta terça-feira, 9 de maio, contou com presença do presidente da entidade, Edson Soares.

Engajada na luta pelo saneamento público paulista, a Associação dos Profissionais Universitários da Sabesp – APU, representada por seu presidente Edson Dauroiz de Vargas Soares, se posicionou mais uma vez contra a privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo durante uma audiência pública sobre a concessão da empresa nesta semana, na Câmara Municipal de SP.

“Sabemos que eles querem privatizar por causa do lucro. São Paulo é o município que dá o maior lucro, por ter representação de mais de 50% do faturamento. Então, a Lei de Saneamento foi alterada para seguir uma composição de que quem leva o filé mignon leva também a carne menos nobre, mas sabemos que não é isso que acontece”, expressou Soares.

Na ocasião, o presidente da APU trouxe exemplos de privatização do Saneamento no Brasil e no mundo. Detalhou que com altas tarifas, muitas companhias estão voltando ao formato estatal. Além disso, não foi atendida a universalização em muitos casos, segundo o diretor-presidente. Portanto, o estado está se onerando novamente para retomar o serviço em muitos locais.

O debate foi realizado pela Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de São Paulo, nesta terça-feira, 9 de maio, a pedido do presidente do colegiado, vereador Jair Tatto (PT).

“Esse evento é bastante sério, porque mexe profundamente com a questão de saneamento básico, que é a saúde do povo paulista, de forma geral. A APU é uma associação sem fins lucrativos, que desde 1987 tem uma atuação na Sabesp. Em 1994, a companhia foi encaminhada para um prejuízo, com a finalidade de um parceiro estratégico, que era outra forma de privatização da água, com lucro garantido”, enfatizou.

“Na época, junto com outras entidades, fizemos uma representação junto ao então governador Mário Covas e tivemos o prazo de um ano para colocar a Sabesp no eixo. E foi colocada, com muita ação e uma responsabilidade muito grande. Na época, colocamos a companhia na Bolsa de Valores, porque já estavam privatizadas as ações. Colocamos ainda na Bolsa de Nova Iorque, mas o estado ficaria majoritariamente e a Sabesp teria atuação governamental, para que houvesse o benefício cruzado”, Relembrou Edson Soares.

Ele reforçou que a água precisa de coleta, tratamento, distribuição, recolhimento de esgoto, tratamento e distribuição no rio. Portanto, a Sabesp, dentro da atuação nos 375 municípios do Estado de São Paulo, vem avançando nestes pontos para atingir a universalização.

“Mais uma vez, a gente se depara com a questão da privatização. Assim que foram nomeados os representantes da Sabesp, tivemos conversas com presidentes e diretores e a postura é de tornar a companhia eficiente. Nós também queremos uma Sabesp eficiente. Não é só porque ela é estatal que não queremos isso. Queremos uma Sabesp sem cabide de empregos, com atuação séria e profissional”, considerou.

Prejuízos da privatização

Na ocasião, o presidente do Sintaema, José Faggian, também em debate no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, apontou os principais prejuízos que seriam causados pela privatização da Sabesp.

“Água mais cara, corte de recursos na infraestrutura – o que só gera piora no serviço e sua abrangência de atendimento – e a população das periferias e as mais vulneráveis sem atendimento. É isso que o projeto privatista de Tarcísio de Freitas quer para São Paulo e é contra isso que o Sintaema luta em seus 48 anos de história”, afirmou.

“A cada debate que participamos, a cada audiência, reunião, ato e panfletagem vai ficando claro para a população que ela será a maior penalizada pelo projeto do governo estadual. Privatizar a Sabesp é uma violação do nosso patrimônio e vai piorar a vida de milhares de pessoas. Comprometido em agradar empresários e acionistas, Tarcísio de Freitas coloca em risco a vida de gerações e empurra São Paulo para o mapa da insegurança hídrica”, disse o dirigente.

Confira a audiência pública na íntegra: clique aqui.

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A Associação dos Profissionais Universitários da SABESP visa representar os trabalhadores do setor de saneamento, bem como ser uma ponte entre o setor e a sociedade.

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